
Alguns vídeos foram realizados no âmbito deste projeto para atingir de forma massiva e rápida, por meio das novas tecnologias da informação e comunicação, um público formador de opinião que não esteve fisicamente nos locais onde as outras atividades artísticas foram realizadas (intervenções teatrais de rua e produção do mural de grafitti).
Desta forma, propiciamos a um público mais amplo o contato com o tema, com informação correta e oportunidade de reflexão.
As intervenções teatrais foram filmadas e editadas profissionalmente pela nossa parceira Elisa Gargiulo. Os vídeos estão publicados no Youtube. Também será feita a filmagem profissional da produção do mural de grafitti na íntegra. O mural será feito em algumas horas, mas a edição acelerará a exposição, de forma que em minutos a produção será visualizada pelos expectadores do vídeo.
Abaixo os que já produzimos.
Contamos com você para divulgá-los na internet.
Participe!!
HOMEM GRÁVIDO?
“Na primeira dessas intervenções, um homem se diz grávido e não sabe o que fazer diante de uma situação inesperada para ele. Considerando a impossibilidade de levar avante essa gravidez, ele solicita sugestões das pessoas que estão passando pela rua sobre o que fazer. A inusitada inversão de papéis causa surpresa às pessoas: em nosso país, são os homens – juízes, padres, médicos, companheiros – os que acabam por tomar a decisão, porque isso lhes é permitido pelo lugar de poder que lhes é atribuído na sociedade. E, ao final, a pergunta reiterada há muito pelas mulheres: se os homens engravidassem, o aborto seria um crime? Seria considerado um pecado?” (CDDBR)
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O JULGAMENTO
“A segunda intervenção teve outro foco: a criminalização das mulheres que tomam a decisão de interromper o processo gestacional.O objetivo da intervenção foi o de convidar as pessoas a pensarem nas conseqüências da ilegalidade da prática do aborto em nosso país. O aborto praticado na clandestinidade leva à esterilidade, à humilhação e à morte de mulheres, na maior parte dos casos, pobres e negras, pois são elas que não tem condições de recorrer às clínicas caras (que, ainda que clandestinas, realizam o procedimento de forma segura). Mais uma vez, homens decidem a situação das mulheres: um padre e um juiz.” (CDDBR)
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NÃO A OBRIGUE A SOFRER
“Em outra situação, a questão proposta é a de uma gravidez de feto com anencefalia. Teve como objetivo sensibilizar as pessoas a respeito do quanto é doloroso e desumano obrigar uma mulher a levar adiante a gravidez de um feto que morrerá logo após nascer, que não tem qualquer chance de viver. Essa é uma questão cuja discussão é urgente, pois o STF deverá julgar dentro de pouco tempo se o aborto em casos comprovados de diagnóstico de anencefalia responde aos princípios constitucionais brasileiros. Daí a importância de se pensar se as mulheres que não desejarem levar adiante uma gravidez como essa, arriscada e torturante, devem ser obrigadas a fazê-lo ou terão respeitado seu direito de interromper o processo gestacional cujo final será o caixão e não o berço.” (CDDBR)
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Pelo direito de decidir
Maternidade deve ser uma escolha! Graffiti pela legalização do aborto
Graffitagem para o projeto “Arte pela Legalização do Aborto”, de Católicas pelo Direito de Decidir, realizada pelo grupo Maçãs Podres na Rua da Várzea, em São Paulo, com apoio do Fundo Social Elas.
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Pelo Direito de Decidir
Hombre embarazado??
Legendas em espanhol
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Pelo Direito de Decidir
Pregnant man?!
(legendado em inglês)
When a man discover that he is pregnant, he asks for help to his best friend and talk about this to the ordinary people in the street. Watch to believe!
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This video was made by Catholic Women for the Right to Decide – Brazil.
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In Brazil the abortion is forbidden and it is not punished only in two cases: if the pregnant’s life is in risk or if the pregnancy resulted from a rape. About one million of insecure abortion are made in Brazil every year and poor and young women die because they try to abort even they having the risk to go to jail or die.
If a man could become pregnant, would the abortion still be prohibited?
Legalize abortion in Brazil and Latin America is necessary and urgent: we must save these women’s lifes!
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Essa lei abestada é que tem de mudar!
No ano de 2011, com apoio do Fundo Elas, a ONG feminista Católicas pelo Direito de Decidir realizou intervenções teatrais nas ruas de São Paulo para promover a discussão pela legalização do aborto. Este vídeo mostra alguns debates que foram gerados por essas intervenções.
Direção, concepção e edição: Elisa Gargiulo (Visiona Filmes)
Para conhecer Católicas pelo Direito de Decidir, acesse www.catolicas.org.br.
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A maternidade não pode ser uma obrigação desumana!
A gente fica discutindo se é um crime ou não uma mulher abortar, mas por que a gente não cria homens que não abandonem as companheiras grávidas? Decidir por um aborto não significa negar a maternidade. E a mulher não é só mãe. E mãe não é só quem cuida da casa. Mulher não é só natureza!
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Teste de VT
Um ator e uma atriz gravam um teste de VT. No ensaio, ela conta para o namorado que está grávida. Ele, no roteiro decorado, deveria apoiá-la incondicionalmente, mas na hora H… Um vídeo surpreendente, assista até o final!!
Elenco: Ana Durães e Vinícius de Oliveira
Roteiro e direção: Elisa Gargiulo
Câmara: Otávio Souza
Realização: Católicas pelo Direito de Decidir.
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